Antes do Zenit, ao Benfica apareceram fantasmas de todas as formas e feitios. Foi ao Jonas que não marcava em jogos importantes. Foi ao Lindelof que deixou o Herrera rematar à vontade. Foi à equipa que perdeu sempre com os grandes. Foi ao Pizzi porque só jogava bem contra os mija-na-escada. Foi ao Jardel, porque não tem classe para jogar no Benfica. Foi ao Eliseu porque está velho.
Pelo outro lado, era o Hulk e o Vilas-Boas, habituados a ganhar ao Glorioso; para além do Javi Garcia, Witsel e Garay, profundos conhecedores da antiga equipa onde jogaram.
Enfim, os fantasmas criados antes do jogo foram mais que muitos e sempre numa perspectiva de impossiveis de ultrapassar. O Benfica foi condenado pelos especialistas residentes nos mais diversos pasquins da cena mediatica tuga.
Os relatadores da RTP tiveram a suprema felicidade de nos abastecerem de ilustrações verbais os seus desejos de tornarem verdade, o que os nossos olhos não viam. Quando um dos do Zenit tomava a posse de bola era ouvi-los a delirar anunciando o perigo eminente, nunca concretizado, pois perdiam a bola de imediato.
Meteram nojo estes alegados profissionais do microfone, com a azia provocada pelo jogo do SLB que, mesmo não jogando o seu melhor anularam todos os fantasmas que alinharam pelo Zenit